Toquei-te pela primeira vez
Primeiro ao de leve
Para sentir a seda
O calor da tua pele...

Depois
Acariciei-te com ternura
Num abraço apertado
Da minha mão enorme
Envolvendo a tua

Tão pequena
Tão frágil...

3 comentários:

ÁRVORES DO SIMAO disse...

Caríssima, não me importa saber quem tu és, antes tu sejas assim como a mim parece: um não-me-toque de impulsos coração, seda, tenra pele da criança. Eu nem preciso te tocar, tampouco, acariciar-te, a mim, basta-me ler o teu perfil em soneto comleto às reticências.
Gostei muito deste soneto "incompleto".

abraço, simao

Adrielly Soares disse...

Eu sou apaixonada por mão de criança.
A maternidade me fascina tanto.

Paulo Afonso disse...

Coisa pouca... na mão do futuro!
Coisa pouca?
Sim! Cresce devagar...
E um dia será grande.

Beijo